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CCDRA debateu Plano de Acção Regional ‘Alentejo 2020’
Quinta, 07 Março 2013 09:06

CCDRA debateu Plano de Acção Regional ‘Alentejo 2020’Em Conferência realizada ontem, dia 5 de Março, a CCDRA convidou todos os actores regionais para debater o Plano de Acção regional 'Alentejo 2020'.

O Secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, que presidiu ao encerramento da conferência 'Plano de Acção Regional Alentejo 2020', afirmou que urge potenciar a capacidade agrícola, turística e industrial do Alentejo no âmbito do próximo quadro de fundos comunitários.

Não quer dizer que não existam ainda algumas infraestruturas que têm que ser feitas. Agora, o Alentejo tem um pendor agrícola extremamente forte que urge potenciar, tem um pendor turístico extremamente forte que também urge potenciar, afirmou.

A juntar a esse potencial, acrescentou o Secretário de Estado, está ainda a capacidade da região para produtos endógenos capazes de serem exportados e a vertente industrial: Em bom rigor, o Alentejo já tem hoje algumas infraestruturas industriais e é preciso puxar por elas.

Estas são algumas das prioridades a que o Alentejo deve estar atento na preparação do seu plano de acção regional para o quadro de apoios comunitários para o período entre 2014 e 2020, realçou Almeida Henriques

O Secretário de Estado lembrou que, desde que este Governo tomou posse, o Alentejo deixou de ser a região do país mais atrasada na execução dos fundos comunitários, tendo conseguido dar um grande salto nessa matéria.

Neste período de preparação do novo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), a grande preocupação é delinear uma boa estratégia para a região, mas esta não pode ser o somatório de diferentes estratégias, como no passado, alertou.

As autarquias, a universidade, as empresas faziam, cada uma, a sua própria estratégia e nada disto confluía, criticou, exortando os atores regionais a estabelecerem um plano de acção que seja o resultado dos diferentes contributos.

Depois, sublinhou, passada a fase dos projectos ligados sobretudo as infraestruturas básicas, é altura de o Alentejo promover projectos que gerem riqueza para permitir a fixação de pessoas.

 


 
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